Froc entrega certificados para expositores da Casa de Cultura
Como forma de reconhecer o trabalho dos artistas que estão utilizando as dependências da Casa de Cultura Bento Costa
Júnior para expor seus trabalhos, a Fundação Rio das Ostras de Cultura começou
a entregar, este ano, um certificado da participação responsável de cada um da
exposição realizada no mês corrente.
Até o momento três
artistas, expositores de janeiro, fevereiro e março e abril, já receberam o
certificado. A primeira artista foi Mônica La, que expôs peças nascidas
nas oficinas de Joalheria Contemporânea, Papel Machê, Móbiles e Figurino para
Audiovisual no período de 6 de janeiro a 5 de fevereiro.
O segundo
artista a receber a honraria foi Higor Rocha e ele apresentou seu trabalho
no período de 7 de fevereiro a 21 de março. A mostra “JuraMidam” uniu arte e
consciência ambiental. Na mostra, Higor Rocha apresentou uma série de obras
autorais que transformam materiais descartados em narrativas de conexão com a
natureza.
O artista plástico Márcio
Medeiros, responsável pela exposição “Rio das Ostras: Pinceladas do
Tempo”, que ficou em cartaz de 6 a 30 de abril, foi o terceiro artista a
receber o certificado. “Esse certificado é super importante e mostra o carinho
e o respeito que a Fundação de Cultura tem com os artistas. É gratificante para
o artista ter esse reconhecimento”, declarou Márcio, que já tem uma
nova exposição agendada para janeiro de 2027 no mesmo espaço.
Os próximos a receber essa
moção serão os artistas plásticos e desenhistas Maurício “Sagui” Gonçalves
e Isabelle Moço, que estão em cartaz com a exposição “Futebol Arte”
que apresenta uma coleção inspirada nas Copas do Mundo, com releituras de
mascotes, logos, jogadores, uniformes e grandes momentos que marcaram a
história do maior campeonato do mundo de Futebol.
DOAÇÕES – Márcio
Medeiros doou dois painéis para o acervo permanente da Fundação Rio das Ostras
de Cultura. Uma das telas ficará exposta na Casa de Cultura e a outra será
encaminhada para o Centro Ferroviário de Cultura Guilherme Nogueira. “Saber que
minha obra vai ficar perene nas unidades culturais é muito importante. Dessa
forma, o artista vai ter certeza de que as pessoas vão conhecer o seu trabalho,
mesmo depois de terminado o período da exposição”, falou Márcio Medeiros.

